16ª Sessão – Uma nova viagem

Posted in Registros de Sessão on janeiro 15, 2010 by mestrecap

Depois de voltarem de sua última missão os aventureiros regressaram a Suzail para um merecido descanso e para se concentrarem no aprendizado de novas técnicas.

Kaled se empenha ao máximo no aprendizado de novas habilidades mágicas e se matricula em uma escola arcana para aprender magias arcanas. Nos intervalos entre seus estudos arcanos e suas orações, como um clérigo dedicado de Mystra, ajuda o grupo no preparo de poções e pergaminhos de cura, pois o grupo temia entrar em uma nova missão e não estar completamente preparado.

Nihal passa seus dias em Suzail treinando arduamente suas técnicas e se dispõem a aperfeiçoar seu ofício como criadora de arcos e flechas.

Yvaine sentindo, saudade de casa, vai até seu lar e reencontra seu pai e lhe entrega uma quantia generosa de peças de ouro o que logo o deixa muito feliz. Ela passa os dias em sua casa, arrumando seu quarto e conversando com seu pai sobre a vida.

Leon passa dias ora na taverna ora tentando furtar algo das pessoas pelas ruas e até mesmo treinando suas habilidades de ladino.

Porém em um dos últimos dias do mês ele é pego roubando e é preso.

Griffith alivia sua pena na milícia fazendo com que ele trabalhe no estábulo da milícia cuidando dos cavalos para tentar aliviar sua pena.

Griffith e Gaspar entram para a milícia a fim de poderem ser úteis e ajudarem a manter a ordem e proteção da cidade, com isso eles recebem algumas moedas de ouro como salário de serviço temporário.

Kaeshi passa seus dias na taverna do Kraken vermelho fazendo amizade e contando os seus feitos das suas aventuras.

Noah passa seu tempo fazendo suas cantigas e tocando ao vivo no centro da cidade para um público que crescia com o passar do tempo e com isso recebia algumas moedas de ouro.

Em um de seus últimos shows o bardo percebe que a “amiga” Yvainne tentou-lhe roubar algumas moedas, o que desagradou bastante Noah. Yvainne tenta se explicar, mas não melhora a sua situação.

Certo dia batem as portas da casa de Yvainne e pedem para que ela e o grupo de aventureiros que ela pertencia se fizessem presentes na casa de uma aristocrata.

O grupo se reuniu e compareceu à casa do aristocrata que anuncia precisar dos serviços dos aventureiros.

O aristocrata informa os aventureiros sobre o desaparecimento de seu filho que voltava para Suzail. No qual a única testemunha do ocorrido fora um servo seu que fazia o serviço de escolta.

O servo relatou ao seu senhor que foram atacados por um monstro e que o filho do aristocrata fugiu para o deserto, mas não sabe informar mais detalhadamente o que realmente ocorreu.

O grupo acerta a recompensa e aceita a missão.

Kaled pede para falar com o servo que conseguiu escapar para poder ter informações mais detalhadas sobre o ocorrido.

O grupo é escoltado por um mordomo até a casa do servo que conseguiu fugir.

Antes de entrar na casa do servo Kaled faz uma conjuração e lança uma magia em si que o possibilita ler pensamentos.

Todos entram na casa do servo e Kaled se antecipa a interrogar o homem que começa a evitar responder o que ocorrera de fato com o filho de seu senhor. Kaled o interroga até que o homem não agüentando mais pede licença e vai ate a cozinha. Kaled relata ao grupo sobre os pensamentos do homem estavam confusos e de que ele estava escondendo algo.

Visto que o homem não retornava, Kaled vai ate a cozinha e começa a interrogar-lo e comprova o que o homem já temia afirmando que sim, que estava lendo a sua mente.

O homem nervoso e muito receoso começa a relatar de fato tudo o que ocorrera, isso depois que Kaled deu a sua palavra de que não o mataria.

Depois que o homem relata tudo, Kaled diz que dava outra chance a ele, pois havia dado a sua palavra, mas diz que ele não poderia mais ficar naquela cidade pois se soubessem o que ele fez com certeza não sobreviveria para rever sua família.

Kaled entrega uma certa quantia em peças de ouro ao homem.

Yvainne que estava escondida se mostra e tenta impedir Kaled de dar dinheiro ao homem apesar de apoiar a decisão do clérigo em não lhe fazer mal.

Aproveita até para fazer mais perguntas a homem e suspeita que Rhistel esteja por detrás disso tudo.

O grupo está inquieto na sala esperando o que ocorre no outro aposento e decidem ir até lá ao ouvirem a voz de Yvainne para entender o que ocorria e se deparam com o homem indo embora às pressas enquanto Kaled e Yvainne.

Depois de pedirem para que servo que os acompanhava esperasse por eles lá fora Kaled relata ao grupo sobre tudo o que havia descoberto.

Griffith se mostra revoltado com a atitude do clérigo que deveria ter consultado seus companheiros e, além disso, o homem deveria pagar por seus crimes.

Yvaine se interpõem e diz que Kaled deu a sua palavra, mas que Griffith não e mandou o paladino correr atrás do fugitivo para fazer justiça.

Griffith vai até a janela a procura do homem, mas não o encontra.

Todos começam a procurar e depois que Kaled tem certeza de que o homem não estava mais lá o grupo inicia outra discussão.

Kaled e Yvainne contra Leon e Griffith começam a defender seus pontos de vista, onde Kaled afirma ter seus princípios e de que acreditava na segunda chance e Yvaine o apoiava dizendo que de fato não adiantava de nada fazer alguma coisa com aquele homem pois tudo o que precisavam saber já sabiam. Enquanto que do outro lado Griffith afirmava que aquele homem era um infrator da lei, um traidor e que deveria ser preso e pagar por tudo o que fez.

O grupo se divide e Yvaine e Nihal vão atrás do servo que havia sumido.

O restante do grupo vai até a casa do aristocrata e decidem contar tudo o que ocorrera ao mesmo.

Yvaine consegue achar o servo que se escondia na lateral da casa, depois de conversarem ele, desconfiado, vai com o grupo até a casa do aristocrata.

Kaled mais uma vez se antecipa e relata tudo o que ocorrera realmente, com seu filho. O  aristocrata fica surpreso e revoltado com o que havia descoberto e também pela atitude do grupo de deixar o traidor fugir.

Depois de muita conversa de Leon e Kaled para acalmarem o aristocrata o restante do grupo vai até o homem traidor e promete tentar trazê-lo a presença do aristocrata que se torna indiferente com o grupo.

Leon se junta ao grupo na busca enquanto que Kaled vai até o templo de Mystra meditar refletir sobre os seus atos e os últimos acontecimentos.

Depois de algumas horas de busca, o grupo consegue encontrar o homem que havia se escondido nos arredores da cidade em cima de uma árvore.

Entre ameaças e promessas de que não fariam mal ao homem o grupo convence-o a descer da árvore.

Noah tenta conversar com o homem e com isso extrair mais informações, meio que em vão, pois tudo o que consegue Kaled já havia descoberto.

Então Kaeshi, vendo a situação do homem que estava muito temeroso de retornar a cidade, tenta pensar em algo para evitar que ao retorna, este sofra algo pior.

Eis que o grupo se detem para decidir o futuro do servo.

 

 

 

15º Sessão – De volta para Suzail

Posted in Registros de Sessão on janeiro 6, 2010 by mestrecap

A viagem de volta é bastante tranqüila.

Ao chegar a Suzail, o grupo vai até a taverna da Haste Negra onde esperam por notícias do bardo Rhistel. Não se passa muitas horas e logo Rhistel aparece.

O grupo entrega a encomenda, o cetro de poder mágico avassalador que se encontrava no meio do tesouro de Madock.

Devido à força da aura mágica do item, o grupo pergunta ao bardo qual era a finalidade do cetro, mas Rhistel não responde alegando não ser obrigado a dizer.

Frustrados com a resposta do bardo. Yvaine, Leon e Nihal decidem segui-lo   quando ele se retira da taverna, antes de sair ele agradece o grupo pelos serviços.

Rhistel vai até a taverna Barril Furado, um lugar freqüentado por criminosos e outros elementos perigosos e também por aqueles que não desejam ser encontrados ou estão fugindo.

Gaspar e Kaled vão comprar mantimentos e outros tipos de equipamentos enquanto que Noah, Kaeshi e Griffith seguem os outros 3 em caso de algo der errado.

Ao chegar na Taverna onde o bardo havia entrado, Nihal vai por trás da mesma para procurar algum lugar por onde possa espiar pra dentro e ver se encontrar Rhistel.

Leon e Yvaine tentam se disfarçar, mas no meio do processo acabam sendo surpreendidos por um homem negro careca que sai da taverna. Devido a esta aparição inesperada o disfarce dos dois não é dos melhores.

Os dois ladinos tentam se esconder, mas Yvaine acaba sendo percebida.

Desconfiado, o homem olha para a ladina com a mão já  pronto para sacar uma espada que estava embainhada.

Yvaine tenta fingir ser uma bêbada perdida que havia sido traída por seu marido.

O homem, que aparentava ser algum tipo de guarda, manda a mesma embora.

Yvaine tenta insistir na historia, mesmo estando com uma peruca loira, mal colocada e uma maquiagem meio borrada por causa da pressa na tentativa de se disfarçar.

Leon vendo que a mesma não estava conseguindo enganar o homem, decide entrar na enganação da ladina e se passa pelo marido traidor, também bêbado, que procurava pela mulher. Assim como o de Yvaine, seu disfarce não é nada convincente.

O suposto guarda mais desconfiado ainda decide fazer Yvaine de refém.

Vendo que a situação piora, Leon para com a mentira e faz ameaças apesar de sua  maquiagem ridícula.

O homem não dá credito à Leon, principalmente pelo seu péssimo disfarce, já bastante irritado com a situação, o homem da um pisão nas costas de Yvaine, que cai perto de Leon, e manda os dois saírem dali.

Enquanto isso, na parte de trás da taverna Nihal ainda tenta encontrar algum tipo de janela ou outra abertura.

Não conseguindo ncontrar nenhuma abertura atrás da taverna, Nihal tenta ver alguma coisa pela frente e encontra o vigia do local. Leon e Yvaine já haviam se retirado.

Analisando a situação, Nihal oferece uma certa quantidade em Peças de Ouro pela a informação da localização do bardo para o vigia que de bom grado aceita a oferta e olha sugestivamente para uma janela e entra de volta na taverna.

Pela informação obtida, Nihal descobre o quarto do bardo, sobe até sua janela e o observa por um tempo. O bardo começa a dedilhar algumas notas em seu bandolin.

De repente, uma sensação de cansaço e sono muito forte cai sobre a ranger que se mantêm firme. Logo, Nihal percebe que o sono vinha da canção do bardo que provavelmente já havia percebido sua presença.

Temendo o pior, Nihal deixa o local, mas antes percebe uma silhueta de outra pessoa que também estava com o bardo no quarto.

O grupo decide voltar para a taverna da Haste Negra.

No caminho Yvaine vai reclamando de dor nas costas, Kaeshi fica impressionado com a marca da sola que ficou na ladina, realmente foi um chute muito forte. Leon rogando maldições contra o guarda e Griffith apenas observando a situação calado. Nihal acha engraçado tudo o que aconteceu.

Devido a toda situação, os aventureiros decidem que seus acordos futuros devem ser mais cautelosos e mais esclarecidos.

14º Sessão – Pra trás Besta-Fera!

Posted in Registros de Sessão on dezembro 31, 2009 by mestrecap

A batalha segue ferozmente, Gaspar está caído no campo de batalha e a Mantícora está se aproximando.

“Que atitude precipitada, ele ainda tem muito que aprender”, pensa Griffith que decide ir em direção ao amigo para resgatá-lo. Leon e os outros atiradores dão cobertura para Griffith.

Kaled também se aproxima. “Tire ele de lá!” Griffith grita, enquanto protege o clérigo, que consegue retirar Gaspar do calor da batalha.

Ao ver a Mantícora, Tartus, líder da tribo dos peles negras, grita e aponta para os aventureiros: “A carne deles será sua se terminar com a batalha!”

A besta sobrevoa o campo de batalha. Percebendo a aproximação da criatura Kaeshi lança sobre si mais um de seus feitiços de proteção, um escudo de luz que aos poucos vai sumindo até ficar invisível.

Leon aproveita que a Mantícora não o tinha percebido e acerta uma flechada no pescoço.

A criatura urra de dor e procura o seu atacante com fúria, Leon tenta se esconder, mas infelizmente não consegue.

A Mantícora pousa e utiliza suas asas para impulsioná-la em direção a árvore onde o ladino se encontra. Com suas garras curvas vai em direção a Leon.

“Carne Fresca!!!” Grita o monstro.

Leon cai da árvore e decide fingir-se de morto. A mantícora apenas salta em cima do corpo de Leon. “A dor é horrível” Pensa o ladino que mantêm a farsa.

A criatura sacode sua cauda, lançando alguns espinhos que atingem: Griffith, Kaeshi e Yvaine.

Leon sente o hálito quente dá criatura quando está se aproxima para tentar abocanhá-lo, mas de repente duas esferas de energia atingem o rosto da criatura.

“Venha me pegar, seu monstro idiota!” Alguém grita do outro lado do campo de batalha apesar da chuva e da pouca visibilidade.

A criatura grita de raiva é salta com o auxilio de suas asas e vai em direção ao seu agressor, o feiticeiro Kaeshi. Apesar de todos os feitiços de proteção, as garras da besta conseguem rasgar o corpo do conjurador.

Na outra frente de batalha. Griffith ainda dá cobertura para Kaled que auxilia Gaspar com cuidados médicos.

Um homem-lagarto, maior é mais forte que os outros, batalha com o paladino. Este escorrega no campo de batalha e fica a mercê do inimigo. O monstro golpeia Griffith que utilizando o seu escudo bloqueia os golpes.

De repente uma flecha corta o campo de batalha e atinge a cabeça do Homem-lagarto que cai inerte do lado de Griffith. A pontaria perfeita de Yvaine foi responsável por aquele ato.

Sem muitas delongas o paladino rapidamente se coloca de pé e vai em direção a Kaeshi.

Kaled finalmente cura Gaspar e também vai na mesma direção de Griffith.

Ao recuperar a consciência, Gaspar procura a sua espada que estava no campo de batalha. Após recuperá-la vai na direção de Griffith, Kaled e Kaeshi que combatiam contra a Mantícora.

Percebendo que a situação está muito crítica para o amigo feiticeiro. Yvaine se lança destemidamente da árvore e mesmo com a queda feia a ladina consegue atingir uma flecha no monstro.

A Mantícora vai em direção de Yvaine e com suas garras deixa-a inconsciente.

Com suas ultimas forças, Kaeshi lança mais duas bolas de energia que atingem certeiramente o monstro, logo em seguida o feiticeiro também cai inconsciente.

Griffith e Kaled chegam para socorrer os amigos. O paladino investe contra a criatura. Kaled puxa um de seus pergaminhos e se aproxima de Kaeshi e o cura.

Gaspar é o próximo a chegar com uma investida furiosa o paladino fura o ombro do monstro.

A criatura enfurecida lança novamente seus espinhos nos aventureiros.

Griffith é almejado no peito direito, mas mesmo assim o nobre paladino empunha sua espada com convicção e fúria e faz um corte vertical bastante profundo no peito da besta que se debate um pouco é desaba no chão.

Vendo que seu trunfo foi derrotado, os peles negras fogem o mais rápido que podem e abandonam a batalha.

O grupo vasculha no acampamento dos peles negras a procura do tesouro de Madock.

Não demoram a encontrar todos os espólios da tribo e junto a ele o baú que se encontrava no navio pirata.

No meio do tesouro, uma espada chama a atenção de Gaspar, uma espada de lâmina bastante afiada. Logo, todo tesouro já está dividido. O grupo resolve retornar a Suzail depois de tantas batalhas para encontrar o tesouro de Madock no Pântano.

13º Sessão – 9.11.8: A Guerra dos charcos

Posted in Registros de Sessão on dezembro 24, 2009 by mestrecap

Assustados com a cena e com o monstro, o grupo retorno para o acampamento dos cascos vermelhos. Ao chegar ao acampamento, o grupo fica sabendo que o combate contra os peles negras no pântano aumenta a intriga entre as duas tribos fazendo com que a tribo dos peles negras declarasse guerra contra os cascos vermelhos.

Rido fala que a tribo rival tem maior numero de combatentes e que seus guerreiros são mais fortes. Sabendo que os peles negras haviam se apossado do tesouro de Madock, os aventureiros decidem ajudar a tribo no embate contra os peles negras, pois com a vitória dos cascos vermelhos, ficaria mais fácil pra recuperar o tesouro. Sloth continua doente no acampamento.

Usando seu treinamento militar, junto com Gaspar, Griffith sugere uma estratégia para realizar o ataque contra os peles negras para Rido. Este logo encaminha para o conselho de guerra da tribo.

Com tudo acertado, os cascos vermelhos decidem atacar primeiro. No caminho para guerra, uma tempestade se aproxima e logo começa a chover.

Ao chegarem a tribo inimiga, os peles negras já contando com este ataque partem para o confronto direto.

A batalha se inicia, homens-lagarto das duas tribos se digladiam, os aventureiros tomam as suas posições. Gaspar se antecipa e vai na direção do centro da batalha.

No meio do combate, Gaspar é ferido gravemente e Kaled corre para o meio do campo de batalha para salvar o companheiro. Griffith da cobertura para o clérigo. Leon, Nihal e Yvaine ficam auxiliando também atirando flechas nos inimigos que atacam seus companheiros. Kaeshi fica um pouco mais afastado utilizando suas magias. Noah usa sua musica para motivar todos os aliados a sua volta.

Graças à ajuda dos aventureiros, os cascos vermelhos começam a ter vantagem na batalha apesar do numero inferior. Percebendo a eminente derrota, o líder dos peles negras convoca sua ultima arma. O monstro terrível conhecido como mantícora que por alguma razão seguia suas ordens.

A criatura ao sair de seu esconderijo, voa sobre o campo de batalha e seguindo as ordens de seu mestre se lança contra os aventureiros.

12º Sessão – 2.11.8: O Sábio do Pântano

Posted in Registros de Sessão on dezembro 5, 2009 by mestrecap

Kaeshi se utilizando de seus conhecimentos sobre a magia arcana deduz que os dois companheiros estão sobre efeito de algum feitiço de proteção que estava na bola de cristal, feitiço este relativamente poderoso e que estava além das capacidades arcanas do grupo naquele momento.

Como o grupo estava ferido, cansado e preocupado com os companheiros paralisados, o resto do grupo resolve dormir ali mesmo no covil da falecida bruxa, talvez uma noite de descanso daria algumas idéias.

Pela manhã, os aventureiros têm que atravessar mais uma vez o lago, agora carregando seus dois companheiros paralisados. Na travessia, Griffith e Leon quase são devorados por outro crocodilo do lago.

O grupo consegue chegar até a tribo dos cascos vermelhos. Lá Sloth ainda descansa adoecido. Eles apresentam a cabeça da bruxa para Rido que aprecia bastante o presente, depois de fitar por algum a horrenda cabeça, Rido fala algo em sua língua nativa, cospe no rosto da bruxa e arremessa em um canto com violência.

Os aventureiros observam a cena em silêncio e depois explicam o que ocorreu com seus companheiros e pedem alguma ajuda para Rido.

Vendo o estado que Leon e Kaled se encontravam, Rido leva o grupo até um homem lagarto muito velho conhecido como Sartikan, o sábio do pântano. Este vivia solitário em uma caverna que ficava abaixo das raízes de uma grande árvore antiga.

Ao encontrarem com o velho, os aventureiros explicam o ocorrido, o sábio avalia a situação e conclui que os dois aventureiros tinham sido alvos da magia Serpente sépia, utilizada para proteger objetos valiosos. O velho sábio pega alguns componentes estranhos em sua caverna e começa um ritual, o grupo observa com atenção, depois de alguns minutos, através da sua magia o sábio do pântano consegue libertar os dois aventureiros.

Retomando ao objetivo inicial, com a ajuda de Noah, o bardo que outrora era cativo dos homens-lagartos, o grupo parte em direção ao navio encalhado no pântano onde estaria o suposto tesouro de Madock.

Chegando ao Navio, o grupo entra na embarcação e a vasculha minuciosamente, mas descobrem que o mesmo se encontra desprovido de qualquer peça de valor. Nihal consegue perceber pegadas de um grupo de humanóides que teriam passado a pouco por ali. Pelas formas, profundidade e disposição das pegadas provavelmente teriam entrado no navio e saído com algo pesado.

Decidindo seguir os rastros, acreditando serem estes rastros dos possíveis saqueadores do tesouro do navio, o grupo encontra 4 humanos mortos. Noah os reconhece como parte da tripulação do navio. Nihal percebe pegadas parecidas com as dos homens lagartos da tribo dos cascos vermelhos, porém mais pesadas.

Não vendo sinais do que os homens haviam retirado do navio, Nihal deduz que o possível tesouro havia sido levado pelos homens lagarto.

Seguindo esses rastros, o grupo chega a um acampamento muito parecido com o da tribo dos cascos vermelhos, porém maior e mais populoso. Os habitantes daquele acampamento eram homens lagarto, mas sua pele era de uma tonalidade muito mais escura.

De repente, uma gritaria começa na tribo. O grupo escondido atrás de uma moita, numa parte alta que cercava o acampamento, tenta se esticar pra ver o que estava acontecendo e logo percebe o motivo de tal algazarra.

Um grupo de homens lagarto da tribo dos cascos vermelhos havia sido capturado pela tribo dos peles negras. Todos em volta pareciam debochar dos prisioneiros, cuspindo, batendo e humilhando.

Os prisioneiros foram levados até o centro da tribo, tambores rufaram. Kaeshi supondo que algum tipo de ritual estava acontecendo, procura sinais de manipulação da trama, tão essencial para a magia, pelas redondezas. É nesse momento que seus sentidos ficam atordoados quando uma presença muito poderosa é encontrada dentro de uma das tendas, uma tenda bem grande, no acampamento dos peles negras.

Quando o feiticeiro reporta o fato ao grupo, todos ficam bastante apreensivos. O que poderia ser fonte de tamanho poder mágico?

De repente, um homem lagarto que se destacava dos outros pelo tamanho e pelas vestimentas composta de couro de animais do pântano, grita chamando a atenção de todos e com um sinal chama alguma coisa de dentro da tenda da onde pulsava a fonte mágica detectada por Kaeshi.

Uma criatura horrenda com a cabeça de uma besta vagamente humanóide, o corpo de um leão grande, as asas de um dragão, o dorso repleto de farpas afiadas e uma cauda cheia de espinhos na ponta, se revela de dentro da tenda.

Todos no acampamento pareciam aterrorizados, menos o que havia chamando o monstro que parecia ser o líder da tribo. O silencio toma conta do lugar, apenas a respiração daquela aberração era ouvido.

A criatura observava os 4 prisioneiros e se aproximava lentamente. Suas reações de medo pareciam agradar o monstro que se aproximava, cada vez mais lentamente até que de repente, salta sobre os prisioneiros e começa a esquarteja-los. Uma gritaria de celebração toma conta do acampamento e os tambores voltam a tocar.

Ainda escondidos, os aventureiros observam chocados a cena. O grito das vitimas ecoava pelo pântano. Seria essa criatura a fonte de tamanho pode mágico sentido por Kaeshi?

11º Sessão – 26.10.8: A bruxa do Pântano

Posted in Registros de Sessão on novembro 27, 2009 by mestrecap

Um grande banquete é servido para os aventureiros: sapos, lagartos, cobras, insetos, frutas, cogumelos e uma sopa de aspecto e cheiro desagradáveis feita com algas do pântano são servidos.

Os aventureiros se servem como podem com as frutas, alguns se arriscam com a sopa, mas logo desistem.

Durante o banquete o grupo pergunta para Rido sobre a localização da Bruxa do pântano. Rido faz um mapa para guiar o grupo. Nihal pede para Rido cuidar de Sloth até o grupo retornar.

O grupo aproveita a segurança da tribo para descansar melhor. Yvaine como é vista como a líder do grupo, fica numa cabana separada e mais confortável.

Pela manhã do dia seguinte, o grupo parte atrás da bruxa Odaya, Sloth fica para trás aos cuidados da tribo dos cascos vermelhos. Rido pede para os aventureiros a cabeça de Odaya como prova.

No caminho, outros homens-lagartos, de pele negra, atacam o grupo. Após uma batalha os aventureiros conseguem derrota-los. Um dos homens-lagartos sobreviventes foge dizendo que os cascos vermelhos pagariam.

Ao cair da noite, o grupo procura um local para descansar e revezam turnos de vigília. Enquanto Kaeshi está dormindo, sonha com uma mulher muito bonita de vestido branco transparente que o seduz as margens de um lago e quando o feiticeiro está quase tocando sua face, a mulher se transforma em uma criatura velha, decadente, com várias feridas pelo corpo. Kaeshi acorda assustado e abalado devido ao pesadelo e o comenta com Griffith que estava vigilante.

Finalmente os aventureiros chegam ao local indicado pelo mapa de Rido. As margens do lago da dama do pântano. Era um belo lago, de águas calmas, com uma brisa bem suave carregando o frio da manhã. No seu centro, apenas uma rocha grande com uma entrada bem visível indicando uma caverna no seu interior. Para alcança – lá, havia apenas um caminho de pedras cobertas de lodo.

Os aventureiros sentem muitas dificuldades para atravessar.

No meio do caminho de pedras são atacados por 2 grandes crocodilos, mas conseguem vence-los. Ao chegar na caverna, descobrem uma escada espiralada que leva até o topo da grande rocha pela parte de dentro.

Enquanto sobem, encontram uma criatura grande com pelo menos 3 metros de altura. muito forte com a pele grossa e um cabelo longo e despenteado, a criatura  segura  uma pesada clava de madeira, era um Ogro, que aparentemente seguia ordens da bruxa.

“Pra trás! Besta Fera Pra trás!”: Grita o paladino Griffith, enquanto ameaça o Ogro com sua espada  e evita por um momento o avanço da criatura. O grupo recua um pouco até um local onde possam batalhar melhor até finalmente derrotar o monstro.

Ao chegar ao fim da escada, os aventureiros encontram uma câmara que mais parece uma mão parcialmente fechada. E no seu centro uma estrutura que lembra uma mão de pedra com garras que sai do chão e segura uma bola que parece ser de vidro. Ao redor, vários ossos e pequenas gaiolas rústicas com insetos entre outros animais pequenos.

De repente, Gaspar sente que algo lhe toca apesar de não ver ninguém e senti que está perdendo as suas forças. Uma risada maléfica toma conta do lugar e logo o grupo percebe que a bruxa também se encontra ali, mas não visível aos seus olhos.

Depois de tirar bastante força dos paladinos, a bruxa é atingida por dos cortes desferidos por Griffith fazendo com que a mesma aparecesse. Uma criatura parecida com uma mulher muito velha, com a pele esverdeada, cabelos preto-esverdeadas, sujos embaraçados, mais parecidos com vinhas se revela. Graças a perda da invisibilidade da bruxa o grupo consegue derrota-la.

Com forme o pedido de Rido, Gaspar corta a cabeça da bruxa para levar como prova. Leon acreditando no potencial lucrativo da esfera que aparentava ser de vidro, se aproxima sem cautela.

Kaled pede com bastante ênfase para o ladino esperar, pois poderia haver algum truque de proteção. No em passe entre cautela e curiosidade Kaled acaba tocando na esfera e de repente uma luz amarelada toma conta do seu corpo o deixando imóvel.

Na tentativa de ajudar o companheiro de grupo, Leon tenta destruir a bola de Cristal lhe acertando com seu sabre e acaba paralisado também.

O restante do grupo fica preocupado pensando: O que será que ocorreu com os dois?

Nozyelck, O Bardo

Posted in A História dentro da História on setembro 3, 2009 by mestrecap

Em um antigo vilarejo, nascia um menino que viu aos cinco anos de idade a própria família morrer nas mãos de mercenários. Seu pai por dividas de jogo e vícios acabou pagando com a própria vida.

O jovem que não sabia ainda o sentido da existência e que gostava de brincadeiras nas tardes de verão, tinha acabado de ver o fio da vida sendo cortado bem na sua frente.

Mas o que fazer diante desta situação? Não entendo o porquê meu pai esta sendo retalhado, pensou o jovem. Então eis que aparece o chefe daquela sangrenta gangue. “Não precisamos desse menino, deixo-o”.

E assim surge este personagem, mais um dentro de muitos abatidos pela injustiça. Mesmo presenciando aquela terrível cena, sua personalidade em relação às coisas boas do mundo deixou de existir. Seu passado não demonstra o quanto ele pode ser retraído, mas seu sorriso sempre estampado no rosto esconde todo um passado.

Deste modo a música entra para se tornar ferramenta básica para acalmar as lembranças repentinas que atormentam as noites do nosso jovem Nozyelck que entre conversas e outras aprendeu sobre muitos assuntos e coisas da vida, através do conhecimento empírico de todos que pela frente encontrava. Deixando de lado aquele momento triste, começou um novo caminho. O caminho da arte e aventuras.

Em meio à solidão e noites em claro, pensando na vida, eis que nasce o ensejo de seguir em frente, deixando de lado tudo que um dia lhe afligiu. “Não quero passar a vida inteiro só ao lado do sol ou da lua nos meus dias de serenidade, quero mais que isso, ser parte de algo”. Pensa o jovem Nozyelck cheio de anseio de seguir em frente.